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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Coisas que nos fazem Felizes

Lembram-se daquele projecto que vos falei em meados do ano passado, sobre a instalação de uma cozinha na Unidade do Ensino Especial da nossa escola?
Demorei uns meses até conseguir reunir as ajudas necessárias e o dinheiro que faltava para completar a obra. Ao todo, esta cozinha ficou-nos por aproximadamente 4,500.00€.


Conseguimos aproveitar as férias de Natal para fazer as obras na sala e a montagem dos móveis, instalação dos equipamentos, etc. O forno e a placa só chegaram a meio do mês de Janeiro.

Quando as crianças regressaram às aulas depois do Natal tiveram a surpresa! Ficaram maravilhados e só queriam experimentar tudo. Fez-lhes imensa confusão a falta do forno mas foram aguentando e mal estava tudo operacional, meteram mãos à obra! Têm-se deliciado quer na culinária, quer nos trabalhos manuais uma vez que agora podem lavar as mãos e os pincéis sempre que precisam sem se terem de deslocar à case de banho.

Entretanto mandaram-nos uma carta, ora vejam:



Aqui fica o breve resumo desta obra tão especial (partilho com vocês as palavras que escrevi no FB da associação):

A Unidade do Ensino Especial da nossa escola (Escola Augusto Gil) tinha um sonho e a APEEEAG esforçou-se em reunir todos os esforços para o concretizar. Foi um projecto que precisou de tempo para ser posto em prática, mas conseguimos!
O sonho dos nossos meninos da unidade era de terem uma cozinha (com água quente; banca; armários; placa; forno; frigorífico) que lhes permitisse desenvolver as actividades culinárias em pleno (onde pudessem observar um bolo crescer sem terem de usar a cantina da escola; onde pudessem guardar os legumes frescos da horta ou congelar a sopa que tinha sobrado; a banca também lhes permitiria lavar os pincéis nas suas actividades manuais, sem terem de se deslocar ao WC, etc).
Demoramos sensivelmente 8 meses até termos reunido todas as condições necessárias para a concretização deste projecto e finalmente está concluído! Entretanto recebemos esta carta ternurenta que nos deixou com a plena sensação de dever cumprido!
A todos eles, um beijinho muito grande com votos de muitas felicidades neste novo ‘espaço’.
A todos os colegas da Associação, o meu Obrigada (TODOS, mesmo aos que não têm FB ou aqueles que não estão aqui por outra razão qualquer).
Ao Sr. José; à Prof. Paula Batista; à Prof.ª Manuela, obrigada por acreditarem tanto quanto nós que isto iria ser possível.
Ao nosso patrocinador (cuja identidade não vou revelar) o nosso Obrigada por estarem connosco e nos apoiarem há tantos anos!
A todos os alunos e pais da nossa escola, o nosso Obrigada pelo vosso contributo.
A todos os outros que colaboraram connosco, o nosso muito Obrigada porque sem algumas pessoas, nada disto teria sido possível!


São coisas destas que nos fazem felizes <3

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

TEMPO

Que tempo este tristonho, odeio chuva! Por acaso não sou daquelas pessoas que odeiam o Inverno, mas a chuva é do que menos gosto. Adoro ficar em casa naqueles dias gelados, enroscadinha no sofá com uma manta, a beber chá quentinho e ver um filme da treta; adoro fazer jantares a dois sentadinhos no chão da sala comer petiscos ou sushi acompanhados de um bom copo de vinho ou chá; adoro as roupas de Inverno, as botas de cano alto, as golas e as luvas, enfim, uma panóplia de coisas que associo ao Inverno e que gosto. Contudo, Setembro ainda não é sinónimo de tempo como este, por isso sinto-me meia perdida com o que vestir, o que calçar, etc. Ommmmmmmm

Por outro lado, SETEMBRO é sinónimo de DESPESAS escolares em grande, o que rebenta com a carteira de qualquer um. No ano passado os livros da princesa mais velha foram todos revistos pelas editoras para contemplarem as metas curriculares introduzidas pelo Ministério da Educação e Ciência, daí não termos conseguido nenhum manual nos bancos de livros. Este ano aconteceu exactamente a mesma coisa, por sorte os livros da mais velha passaram para a mais nova no ano passado e este ano idem (andam na mesma escola, por isso a lista é a mesma, felizmente). No meu tempo, quando os livros escolares me chegavam às mãos já tinham anos de uso (vinham de primos, filhos de amigos ou até mesmo da escola uma vez que a minha mãe era Auxiliar da Acção Educativa). Agora os livros não servem para nada uma vez que as revisões acontecem de quatro em quatro anos nos 1.° e 2.° ciclos do ensino básico e de três em três anos no 3.° ciclo do ensino básico e no ensino secundário (isto se não justificarem alterações antecipadas), enfim, UM ROUBO.

Agora se começarmos a juntar a estas despesas roupas de Inverno, está o caldo entornado e quando estivermos quase, quase a recuperar da carteira estamos no Natal! AHAHAHAHAHAH

É melhor não pensar mais!

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