quarta-feira, 25 de maio de 2016

DREAMS

Não gosto de ficção científica e no entanto, tenho sonhos mirabolantes! Esta noite sonhei com uma espécie de fim-do-mundo! Os edifícios erguiam-se do chão em direcção ao céu, a uma velocidade incrível! O solo deixou de ser plano, e deu origem às raízes dos prédios. Havia buracos e destruição ao nível dos olhos mas quando olhávamos para o céu, não conseguíamos ver o topo de alguns edifícios. Eu era uma espécie de espectadora, mas tanto estive no topo e passei pelo pânico de sentir o prédio onde estava quase a colapsar, como me lembro de estar cá em baixo e de ver gente desesperada lá em cima. Sei que não estava sozinha mas não sei com quem estava; sei que senti os horrores daquela germinação urbana, como continuei como se nada fosse; lembro-me de ter um casaco com um capuz, e me sentir protegida. Foi uma aventura, é o que vos posso dizer.
Imagem daqui

Mas continuando pelos sonhos, em pequena sonhava que morria toda a gente e eu ficava sozinha no planeta (exclua-se a parte do egocentrismo porque o ideal seria ter morrido com toda a gente!), sem construções à minha volta, num sítio em terra batida, uma imagem que tenho gravada como se fosse a capa de um livro. Era assustador…


Quando eu era pequena havia em minha casa um livro chamado ‘O dicionário dos Sonhos’ e todas as vezes que me lembrava do que tinha sonhado, lá ia eu consultar o livro para saber o significado. Acho que quando procuramos um sinal, uma luz que nos guie, agarramo-nos a tudo aquilo que consigamos decifrar, na expectativa que algo nos mostre o caminho. Todos os dias quando vou dormir, digo para mim mesma: Eu mereço ser feliz, eu vou ser feliz! E depois adormeço a fazer as pazes com a vida, porque acredito que antes de sermos felizes para e com os outros, devemos estar e ser felizes com nós próprias. O caminho pode ser longo, mas eu hei-de lá chegar.
Imagem daqui

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